Feiras de Negócios: Uma ação compartilhadas nas horas boas e também nas horas difíceis

16 Mar 2020

Quando o calor aperta todo mundo quer gelo mas ninguém quer ter o trabalho de encher a forminha...

 

Por Fernando Lummertz,

 

 

Nos últimos dias ficamos todos perplexos com as medidas tomadas por autoridades em todas as esferas de poder público, proibindo ou, no mínimo, recomendando o adiamento e/ou cancelamento de eventos programados para um horizonte próximo.

 

Em que pese o assunto ser de natureza de saúde pública há que se considerar toda a sorte de prejuízos que a cadeia de valor do setor de eventos já está computando.

 

Do organizador do evento ao visitante, existe uma cadeia de valor que também inclui centros de eventos, montadores e cenógrafos, empresas de alimentação, empresas de segurança e limpeza, prestadores de serviços diversos e atrações como palestrantes, artistas, etc. Mas não para por aí.

 

Estende-se também ao conjunto de atividades que englobam companhias aéreas e rodoviárias, hotéis e restaurantes, estacionamentos e que vão chegar até nos táxis e aplicativos.

Dá para calcular o tamanho do problema? Difícil, muito difícil.

 

Apenas uma coisa é certa: É hora de união para que soluções adotadas busquem se aproximar o máximo possível da MENOR PERDA.

De alguma forma sensata a cadeia de valor tem de adotar uma postura que contemple, acima de tudo, a visão do Motivo de Força Maior. E, buscar de maneira objetiva as melhores opções para o conjunto de negócios que está por trás.

 

Um setor maduro e responsável já está tomando a frente dessa necessidade e, juntos, centros de eventos, organizadores, expositores e patrocinadores, começam a se movimentar remarcando datas e mitigando as consequências dessa “tempestade” que tomou conta do planeta.

 

Vamos todos, com força, responsabilidade e inteligência seguir em frente.

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